sábado, 14 de abril de 2012

Mensalão é 'incomum' e exige julgamento 'peculiar', diz Ayres Britto

Por: Jânio Santos de Oliveira Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias - RJ pofjanioopinasobreapolitica.blogspot.com Caso será principal missão do ministro, que assume o STF nesta quinta. Escândalo do mensalão, de 2005, foi o maior do governo Lula. Débora Santos Do G1, em Brasília O Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para dar posse na próxima quinta-feira (19) ao novo presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, 69 anos. Logo no início do mandato, o jurista sergipano terá a missão de organizar o julgamento de um dos principais processos da história do tribunal, o chamado mensalão. A ação penal, que apura a responsabilidade de 38 réus no suposto esquema de compra de apoio político durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, espera somente a liberação do ministro revisor, Ricardo Lewandowski, para entrar na pauta de julgamentos.
O ministro Ayres Britto chega ao plenário para sessão do STF no dia 15 de março (Foto: Nelson Jr. / STF) Nos bastidores, os ministros já discutem mudanças na rotina do tribunal para julgar o caso. O risco de prescrição, o número de réus, que terão uma hora cada para se defender, as 600 testemunhas ouvidas e a complexidade dos fatos narrados nos autos vão exigir uma força-tarefa para que o julgamento ocorra antes do período eleitoral. Para o presidente eleito do STF, um caso “incomum” precisa de uma “tramitação peculiar”, mas Ayres Britto afirma que o tratamento especial não pode ser entendido como parcialidade. “É um processo incomum por essas características e, como há risco de prescrição pelo tempo transcorrido, exige uma tramitação peculiar, sessões de julgamento formatadas num modo peculiar. Sem que isso signifique absolutamente perda de isenção da nossa parte”, disse. Entre as alternativas em debate, estão realizar sessões todos os dias da semana e não apenas às quartas e quintas-feiras, como de costume, e estender o julgamento durante o recesso de julho. O novo presidente do STF pratica meditação, escreve e publica livros de poesia e recomenda aos colegas juízes mais cinema, teatro e literatura. Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao G1. G1 – O mensalão vem sendo chamado de o julgamento do século no Judiciário brasileiro. Na opinião do senhor, trata-se de um julgamento mais importante do que outros que trataram de temas sociais, como a união homoafetiva, Lei da Ficha Limpa ou aborto de fetos sem cérebro? Ayres Britto – É um processo incomum. Basta lembrar: são 38 réus – alguns da área política – com ares de repetição de algo acontecido em Minas Gerais, com 600 testemunhas e que estará pronto para ser julgado em ano eleitoral. Em suma, é um processo incomum por essas características e, como há risco de prescrição pelo tempo transcorrido, exige uma tramitação peculiar, sessões de julgamento formatadas num modo peculiar. Sem que isso signifique absolutamente perda de isenção da nossa parte. O processo é incomum. E o que é incomum exige uma formatação incomum, mas sem o menor risco da nossa parte de incorrer em perda do critério absolutamente necessário da imparcialidade.
O ministro Ayres Britto durante julgamento no STF (Foto: Nelson Jr. / STF) G1– A relevância política do caso justifica um tratamento especial? O Supremo está preparado para julgar o mensalão? Britto – Faz parte dos encargos do Supremo Tribunal Federal. Ele existe para encarar processos simplificados, processos de média complexidade e processos de alta complexidade. O Supremo é uma instituição preparada para esse tipo de enfrentamento. Claro que não é rotineiro procedimentalmente, mas na cabeça do julgador é como outro qualquer. G1 – Muda a postura do juiz ao julgar os réus do mensalão pela posição de poder que ocupam ou por suas relações com o poder? Britto – Pessoalmente, entendo que não. Réu é réu, acusado é acusado, independentemente do cargo por ele ocupado. Do ponto de vista do que interessa para nós julgadores, que é perseverar no critério da imparcialidade, não. Nós já somos curtidos nesses embates processuais em que os acusados ocupam cargos elevados. G1 – Nesse caso, se fala muito de quanto o Supremo e o Judiciário têm sido chamados a decidir questões políticas e também se critica o fato de o STF ser permeável demais e “jogar para a plateia” ou fazer populismo judiciário. O mensalão será julgado para a plateia? Britto – O juiz que joga para a plateia vale menos que a bola. Eu digo isso com toda a sinceridade. O que o Supremo pode - e como qualquer juiz pode - é auscultar os anseios e expectativas da sociedade, os reclamos da sociedade mais contemporâneos, mais arejados mentalmente, mais libertos de preconceito. Você soube isso. E vai ver se é possível dar uma resposta decisória tecnicamente fundamentada. Se você der uma resposta tecnicamente fundamentada a um anseio coletivo, isso é cientifico. Você concilia o direito com a vida. O juiz que joga para a plateia vale menos que a bola" Carlos Ayres Britto, ministro do STF G1 – Outra crítica que o Supremo tem recebido é sobre o excesso de ativismo, que faria o tribunal tomar o lugar do Legislativo criando regras ao decidir sobre questões judiciais. O STF legisla ao julgar? Britto – O Judiciário não está produzindo sentenças aditivas. Eu rechaço isso. Aditivo é o que você acrescenta, nós não podemos acrescentar algo à lei e à Constituição Federal. Não podemos. O que estamos fazendo é uma interpretação mais principiológica mesmo do texto constitucional. Se o legislador silenciar, o Judiciário é obrigado a silenciar. Na omissão do legislador, o Judiciário tem que dizer: “não há lei. A ação não pode ser julgada porque falta base legal". Eu rechaço veementemente essa acusação de que o Judiciário, a partir do Supremo, está inovando a ordem jurídica e produzindo norma. O que Supremo tem feito é interpretar a Constituição. G1 – Em um mandato encurtado pela aposentadoria compulsória [Ayres Britto completa a idade limite de 70 anos em novembro e terá de se aposentar], o que sr. pensa ser possível fazer para tornar o Supremo mais eficiente do ponto de vista prático? Britto – Eu não considero sete meses pouco tempo. Tenho dito que vamos tentar fazer do breve, o intenso. Outro dia uma revista publicou que eu faria em sete meses o que Juscelino [Kubitschek] fez: 50 anos em cinco anos. Eu não disse isso. Minha caneta não é vara de condão. Num passe de mágica, eu não vou fazer uma revolução no Judiciário. O que eu posso fazer é um estilo de administração que possa trazer alguns resultados bons. Tenho chamado isso de estilo dialogal, compartilhado de gerenciamento. Vou conversar muito com as pessoas e já estou fazendo isso. saiba mais Supremo formaliza escolha de Ayres Britto para novo presidente Supremo decide por 8 a 2 que aborto de feto sem cérebro não é crime G1 – Depois de uma gestão marcada pela maior crise da história do Judiciário, tendo como pivô o Conselho Nacional de Justiça, como o sr. pretende lidar com a relação de conflito entre juízes e CNJ? Britto – Essa relação já passa por um processo de atenuação neste momento e que tenderá a desembocar na plena harmonia. Na compreensão mais arejada, até tecnicamente, do papel do CNJ enquanto conteúdo e do Judiciário enquanto continente. Na prática, a gente nota que, como o CNJ tem apenas sete anos, é natural que ele esteja à cata de sua própria identidade jurídica. Também tem havido um confronto meio surdo, não muito notório, interno entre os juízes auxiliares e os próprios conselheiros. G1 – O sr. concorda que é preciso abrir o Judiciário para a fiscalização da sociedade? Britto – Sou simpatizante do CNJ. Erram os que pensam que o Judiciário pode passar muito bem sem o CNJ, que, para mim, é uma ferramenta de trabalho imprescindível. Eu entendo que o Judiciário nasceu com um déficit de republicanismo, de controle. A constituição originária entendeu que bastava, para o controle interno do Judiciário, o trabalho das corregedorias dos tribunais. A prática veio demonstrar que as corregedorias dos tribunais são necessárias, mas não são suficientes. Eu não sei se funciona na prática, mas é bom recomendar aos juízes mais cinema, mais teatro, mais poesia, recomendar aos juízes a leitura de textos literários. Nós temos medo da subjetividade, queremos um juiz só objetivo, um autômato, quase uma máquina." Carlos Ayres Britto, ministro do STF G1 – O Judiciário tem se colocado na vanguarda de temas polêmicos para a sociedade que, por esse motivo, enfrentam dificuldades em outros poderes, como a união homoafetiva e o aborto. O Judiciário tecnicista e fechado deve se adequar à nova realidade? Britto – Pretendo colocar pilha nas escolas de formação de magistrados. Essa é outra das minhas prioridades. Entendo que o magistrado, sem prejuízo do seu refinamento de tecnicidade, da sua formação cartesiana lógica... eu pretendo colocar ênfase no lado direito do cérebro para mostrar que este é o lado da intuição, da imaginação criativa, da contemplação. G1 – Mas, na sua opinião, há abertura para essa mudança? Britto – Podem dizer que isso é quixotismo. Eu não sei se funciona na prática, mas é bom recomendar aos juízes mais cinema, mais teatro, mais poesia, recomendar aos juízes a leitura de textos literários. Nós temos medo da subjetividade, queremos um juiz só objetivo, um autômato, quase uma máquina. Os congressos vão discutir num futuro próximo a simplicidade do juiz como postura, que se comporta de modo simples sem autoritarismo, sem pose. Acho que isso vai ajudar muito o Judiciário. Vamos deixar de tanto rebuscamento, de tanto juridiquês, de tanto latinório. Vamos falar mais claramente para o público. Mas você diz: “Sete meses são pouco para isso?" Mas, como semente, como semeadura está bom. O tempo é bom. Se a semente vai vingar é outra coisa, mas você plantou. Estas são as informações de última hora do G1 o Portal de O Globo. Todos nós os brasileiros que tem o mínimo de bom senso espera que haja a punição dos 38 envolvidos e denunciados no escândalo do Mensalão. Não é possível que só vai pra cadeia as pessoas que não pagam a pensão alimentícia; os pobres, os pretos e o ladrão de galinha. A constituição brasileira afirma que todos somos iguais perante a Lei! Eu pergunto será? Emita a tua opinião sobre este assunto!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O ex Presidente Lula ainda determina as ações do Planalto

Por: Jânio Santos de Oliveira Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias - RJ pofjanioopinasobreapolitica.blogspot.com
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff, durante encontro na sede do Banco do Brasil em São Paulo, onde fica o escritório da Presidência. Segundo informou a assessoria do Instituto Lula, o encontro durou 2 horas e 40 minutos. O tema da conversa, que não constou da agenda oficial da presidente, não foi informado. Mais cedo, a presidente defendeu, em evento da CNI, redução dos juros cobrados pelos bancos privados (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula) Mesmo internado, Lula orienta campanha e governo Dilma
Internado no Hospital Sírio Libanês há uma semana, Lula fala tanto ao telefone que preocupa seus médicos. Lula não descansa. Distribui orientações aos operadores da campanha petista de Fernando Haddad em São Paulo e interfere na rotina do governo de Dilma Rousseff. No final da tarde da última quinta-feira (8), a campainha do telefone soou no meio de uma reunião que ocorria no gabinete do ministro Gilberto Carvalho (Secretário-Geral da Presidência da República). Era Lula. Ligava para passar orientações ao governo. (Via Josias de Souza) Veja só!O ex Presidente Lula deseja fazer o que fez Getúlio Vargas que governou o País por 30 anos, e boa parte desse período na ditadura das mais ferrenhas. Para os mais novos devemos dizer que o Getúlio governou entre 1930-45 através de um golpe em Julho Prestes que ganhara as eleições;Pressionado pelas forças armadas abdicou do poder em prol de seu sucessor O Eurico Gaspar Dutra que foi eleito democraticamente, mas pelo partido do Getúlio. Em 1950 Ele retorna ao poder nos braços do povo que o elegeu pela primeira vez. Como o Regime militar percebeu a manobra de ele se perpetuar no poder, então obrigou a renunciar, e ao que tudo indica foi morto pelo regime em 24 de agosto de 1954 Em 55 assume o poder Juscelino que foi eleito democraticamente também pelo partido do Getúlio e por sinal fez um excelente governo até 1960. Mas veja, Getúlio Vargas indiretamente governou por 30 anos pra isso ele se utilizou de algumas táticas: 1. Usou o povo como massa de manobra. 2. Proibiu a liberdade de imprensa. 3. Criou diversas leis para beneficiar o povo e com isso pode se manter no poder. 4. Se associou com diversos revolucionários em pleno período da segunda guerra mundial. Se compararmos a trajetória do Getúlio com a do Lula iremos perceber que não tem diferença. Veja que mesmo internado ele não se descola do poder. O projeto do PT desde a era José Dirceu (que ainda manda muito nos bastidores)era de se manter no poder por pelo menos 30 anos. Mesmo tendo sido contrário à releição na constituição de 88 como Deputado Lula se reelegeu, colocou a Dilma que é um terceiro mandato disfarçado e já projeta o seu retorno em 2014. Resta saber o que o eleitor brasileiro pensa sobre tudo isso. Devemos abrir os nossos olhos e não permitir que sejamos usados (através de esmolas de bolsa família) como massa de manobra de um governo que foi apesar da falsa moralidade o mais corrupto de todos os tempos. Apesar de ter conseguido enganar o povo, mas Deus lá de cima está a contemplar os bons e os maus e a seu tempo recompensará a cada um segundo as suas obras, segundo o fruto das suas ações.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Após tratamento espírita, câncer de Lula supostamente desaparece




No hospital, o ex-presidente também se encontrou com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O presidente paraguaio veio ao Brasil para fazer exames de acompanhamento após tratar um câncer linfático. Já Alckmin foi ao hospital para visitar Lula, com quem conversou por cerca de 20 minutos. Poucos dias antes, o petista também visitou o ator Reynaldo Gianecchini no mesmo hospital. O ator foi diagnosticado, no ano passado, com um câncer do sistema linfático

Por: Jânio Santos de Oliveira
Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias - RJ
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Veja só o que foi divulgado na mídia recentemente sobre o Ex Presidente Lula:

 O ex-presidente comemora agradecendo a todos que torceram por sua melhora

O boletim médico divulgado nesta quarta-feira (28) informa que o câncer que estava na laringe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 66 anos, desapareceu.

Os médicos do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, não falam a palavra “cura”, pois Lula ficará sendo observado durante cinco anos para não ter dúvidas de que a doença foi vencida.

Assim que descobriu que estava com câncer o ex-presidente passou por tratamentos de quimioterapia e também por um tratamento espiritual segundo rituais espiritualistas, tanto que o médium João de Deus acompanhou esse processo ao lado de Lula.

Lula procura ajuda de médium para se curar do câncer

O ex-presidente não é o primeiro a recorrer às cirurgias espirituais, o ator Reinaldo Gianecchini também procurar ajuda espiritual

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao auxílio de um médium para tentar se curar do câncer descoberto em sua laringe. No começo de janeiro Lula vai passar por sessões de radioterapia para tentar reduzir pelo menos 75% do tumor.

A doença foi descoberta no final de outubro, e um boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, informou que o tumor maligno na laringe do ex-presidente seria inicialmente tratado por quimioterapia.

Os principais fatores para esse tipo de câncer são o tabagismo e o consumo de álcool. Lula descobriu a enfermidade depois de se queixar de dores na garganta e realizar exames para saber a origem dessas dores.

Ele não é o primeiro a recorrer à ajuda de médiuns para tentar se livrar da doença, o ator Reinaldo Gianecchini também procurou um médium que chegou até mesmo a visitá-lo no hospital.

O ator global descobriu em agosto que também tem câncer e além do tratamento médico recorreu à ajuda espiritual.

Mesmo negando ter poderes, o médium confirmou que orava por Lula e se declarava apenas um “amigo” do ex-presidente. “Meu trabalho é orar. Não curo ninguém. Quem cura é Deus”, declarou João de Deus para o jornal O Estado de São Paulo no começo deste ano.

Em um vídeo gravado nesta quinta Lula agradece a todos que torceram por sua saúde e especialmente à sua esposa, Marisa, e atual presidente Dilma Rousseff que também já tratou dessa doença.

No encerramento Lula faz um agradecimento especial: “Obrigado meu Deus por mais uma vez atender a esse humilde brasileiro que tanto tem fé em Deus”.

 Fonte: noticias.gospel

Acompanhe comigo esta outra matéria, agora do Julio Severo:

 Câncer de Lula está sob cuidados de médium

João de Deus , 69, é o médium que está cuidando de Luiz Inácio Lula da Silva, 66, que sofre de um câncer na laringe. O médium tem viajado a São Paulo para realizar operações espirituais no ex-presidente da República e acompanhar a sua recuperação.

 Médium de Lula: Lula será curado e será presidente de novo

“Não vou falar dele [Lula]. Já viu médico falando de paciente?”, disse João de Deus à Istoé desta semana, que dedicou uma longa reportagem sobre o médium.

Ele apenas disse que Lula vai se curar e voltará a ser presidente.

Na medicina convencional, o ex-presidente está sendo tratado por médicos do Hospital Sírio-Libanês, um dos melhores do país e mais caro. Ele já foi submetido a três sessões de quimioterapia e atualmente encontra-se recebendo aplicações de radioterapia.

João de Deus já teve outros pacientes famosos, como a atriz Shirley MacLaine e a apresentadora Xuxa.

Quanto a Lula, no seu câncer ele prefere recorrer a tudo e qualquer coisa, menos o SUS.

Esse não é o primeiro contato dele com médiuns e pais-de-santo. Embora se considere católico, em visita à África antes da eleição presidencial em 2006, Lula teve uma forte experiência espiritual em Benin, país que é berço do vudu.

Ao som de tambores africanos, de acordo com o jornal O Globo, Lula “passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin”.

Os feiticeiros garantiram que Lula ganhou em Benin três fortes espíritos para o “ajudarem”.
Artigo de Julio Severo.

Observe que o médium disse: Ele apenas disse que Lula vai se curar e voltará a ser presidente.

Todos esses videntes que vaticinam o futuro estão se esquecendo de combinar com o Senhor.

Ou melhor, estão perdendo uma grande oportunidade de permanecerem calados; pois, quem muito fala, muito erra e da multidão de palavras há vaidade.

Deus está cobrando severamente da maioria dos líderes ditadores travestidos de democratas. O exemplo de Getúlio Vargas Eles sempre usa o povo como massa de manobra criando leis que os beneficiam para se perpetuar no poder.

Tais líderes não aceitam a alternância do poder no regime democrático. Porém se estes homens não glorificarem a Deus tentando furtar o que não lhe é devido, a exemplo de Herodes vai ser comido de bicho por não glorificar a Deus.

 O SENHOR O FERIU POR NÃO HAVER DADO GLÓRIA A DEUS At 12:18-25

"... a minha glória, pois, não darei a outrem, nem o meu louvor às imagens de escultura" (Is 42:8). O Senhor Jeová é cioso da Sua glória, por isso, quem tentar tomá-la será objeto de duro juízo.

Foi o que aconteceu com Herodes. Naquele dia tomou as suas vestes reais, assentou-se no seu trono e fez uma prédica de auto-elogio dos seus poderes, da sua riqueza (que não era dele), da sua glória (que tinha usurpado).

Foi de tal maneira arrogante e auto - elogioso que o povo ( a quem tinham feito uma lavagem ao cérebro) dizia: - "... voz de Deus e não de homens..."

Herodes aceitou estar em lugar de Deus, aceitou usurpar a glória que só pertencia a Deus, por isso, "naquele mesmo instante, Deus o feriu de morte e, comido de bichos, expirou..."

Herodes morria "comido de bichos", mas a Palavra de Deus crescia e se multiplicava (At 12:24).

Ninguém pode parar a força do querer de Deus. Nem Herodes, nem César, de Roma, nem Hitler, nem a União das Nações, nem o gnosticismo, nem o Romanismo ou a Nova Era.

Todos perecerão com as suas filosofias e tratados, mas a Palavra do Senhor permanecerá para sempre.

Deus visita a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração, mas a Sua glória não dará a outrem.

Por favor, não luteis contra Deus (At 5:39), dai de mão aos vossos desejos de auto-glorificação e justificação. e dai glória a Deus, porque dele é o reino, o poder e a glória para sempre (Mt 6:13).

Sujeitai-vos, pois, a Deus, porque Ele resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes; senti as vossas misérias e lamentai, chorai e humilhai-vos debaixo da potente mão de Deus e, em seu tempo, Ele vos exaltará (Tg 4:6-10).

Que Deus nos abençoe, amém!

quarta-feira, 14 de março de 2012

A briga por cargos leva PR para a oposição do governo Dilma

Bancadas do PR querem voltar a negociar espaço no governo




Líder no Senado vai pedir reunião com ministras na terça-feira (7).
Partido quer um ministério para voltar a integrar a base do partido.
Iara LemosDo G1, em Brasília
Senador Blairo Maggi (MT), líder do PR no Senado
(Foto: Pedro França/Ag. Senado)





As bancadas do PR na Câmara e no Senado querem voltar a negociar com o governo federal, a partir da próxima semana, uma posição sobre a possibilidade de o partido voltar a integrar a base governista.



Para tanto, o líder do PR no Senado, Blairo Maggi (MT), afirmou que vai bater na porta do Palácio do Planalto na próxima terça-feira (7) a fim de pedir uma audiência com as ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
"Da forma como está não é confortável.




Queremos que o governo diga se tem espaço para o PR no governo e, se tiver, como vamos avançar nas negociações. O Ministério dos Transportes hoje é uma indicação da presidente [Dilma Rousseff]. Queremos conversar para ter o nosso espaço", afirmou o senador.









A demanda por um ministério para que o PR volte a integrar a base do governo já havia sido solicitada pela bancada do partido no Senado em setembro do ano passado, sem retorno. A partir de agora, as conversações com o governo devem ser feitas em conjunto com a bancada da Câmara.




"O governo tem nos convidado para voltar [para a base]. Queremos sentar com eles e ver o que eles têm a nos oferecer. Sem dúvida, há uma posição de desconforto neste momento" disse o líder do partido na Câmara, Lincoln Portela (MG).


Ministério dos Transportes
Em julho, o partido declarou independência do governo após a demissão do ex-ministro Alfredo Nascimento (AM) dos Transportes e de mais de 20 funcionários da pasta ligados ao partido. Maggi chegou a dizer na época que recusou o convite para ocupar o ministério por conta de seus negócios empresariais.



O atual ministro, Paulo Sérgio Passos, é filiado ao PR, mas, segundo o senador, não representa o partido. Ele era secretário-executivo do ministério e ficou no comando da pasta interinamente desde que Alfredo Nascimento deixou o cargo.
Atualmente, o PR tem no Congresso uma bancada composta por sete senadores e 40 deputados federais.




PR do Senado anuncia que rompe com governo e vai para oposição




Motivo é indefinição sobre a volta do partido ao Ministério dos Transportes.
Anúncio foi feito pelo líder Blairo Maggi. Líder na Câmara discorda.





O líder do PR no Senado, Blairo Maggi (MT), anunciou nesta quarta (14) que a bancada de senadores do partido rompeu com o governo e irá para a oposição. A bancada do PR é formada por sete dos 81 senadores.




Segundo Maggi, o motivo do rompimento é a indefinição sobre a volta do partido ao controle do Ministério dos Transportes. Desde que o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) deixou o cargo, em julho, em razão de denúncias de irregularidades, o ministro dos Transportes é Paulo Sérgio Passos.







Embora filiado ao PR, Passos não é reconhecido pelos senadores como uma indicação do partido.



"Estávamos negociando a volta do PR ao Ministério dos Transportes. Sempre deixamos claro que era isso que queríamos. Voltamos a negociar, mas, não tivemos resposta. Hoje conversamos com a Ideli [Salvatti, ministra das Relações Institucionais] e decidimos que não tem como seguir nessa negociação.



Avisamos ao governo para não contar mais com o PR da forma disponível como contava. Significa que estamos neste momento na oposição. Não significa que é uma oposição raivosa, mas é uma oposição", declarou Maggi.




O site de Maggi na internet reproduz uma declaração do senador segundo a qual ele afirma que o governo "nos empurra com a barriga o tempo todo". "Cansei", disse o senador, segundo o texto. "Resolvemos em conjunto que estamos fora do governo, e, se a [bancada na] Câmara quiser continuar com a Dilma, que o faça", declarou.





Câmara
Na Câmara, o líder do PR, Lincoln Portela (MG), afirmou que a decisão anunciada por Blairo Maggi "não reflete a posição do partido". "Não sei qual a posição que a presidente Dilma vai tomar a partir dessa postura dos senadores do PR. Mas não se trata de uma posição do partido, é uma posição do Senado", disse.





Segundo o deputado, na Câmara, o PR continuará a adotar uma postura de "independência"."Para o partido na Câmara, o diálogo sobre o um possível retorno à base aliada não passa por indicação ao Ministério dos Transportes, passa por um entendimento, um acordo político."






A bancada do PR na Casa é composta por 37 deputados. De acordo com Lincoln Portela, a orientação da legenda é aprovar projetos de "interesse nacional", independentemente da posição do governo.





Novo líder do governo




Blairo Maggi disse que comunicou oficialmente a decisão da bancada do PR ao novo líder do governo, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), e ao líder do PT na Casa, senador Walter Pinheiro (BA), em uma reunião no café do Senado. "O novo líder começou reclamando do problema que tem", disse Maggi.





Segundo Maggi, a ministra Ideli Salvatti, com quem o partido estava negociando o retorno ao governo, não chegou a manifestar a intenção de oferecer nenhum outro ministério para o partido. Segundo ele, o PR sempre deixou claro que não gostaria de ter nenhum outro cargo que não fosse o comando do Ministério dos Transportes.





"O partido acha que é o único espaço em que pode recuperar seu nome", disse o líder do PR. Maggi afirmou que a decisão não tem caráter pessoal e que tem "carinho" pela presidente Dilma. "Eu não tenho nada pessoal contra a presidente Dilma. Vou continuar tendo carinho e respeito por ela. Agora, em questões políticas, preciso cuidar da minha base", afirmou.




Por meio das assessorias, o Palácio do Planalto e a Secretaria de Relações Institucionais informaram que não iriam se manifestar nesta quarta sobre a decisão da bancada do PR no Senado.







Veja só após a Saída do Ministro Alfredo Nascimento o Governo colocou outro representante do mesmo partido em sua substituição; só que este novo ministro não tem o apoio e a representatividade das bases do partido.

irritado por mais espaços o Senador Blairo Maggi anuncia a ruptora com o governo.



Após a doença do ex presidente Lula que é o principal interlocutor e responsável por aglutinar a base aliada, agora, o governo Dilma começa a mostrar sinais de cansaço e até de enfado para manter a maioria a seu favor, principalmente em um ano de eleições municipais quando cada um tenta ver apenas o seu lado e o que lhe interessa.


Vamos continuar acompanhado os desdobramentos desta decisão.

terça-feira, 13 de março de 2012

O declínio físico e político do ex Presidente Lula

Por: Jânio Santos de Oliveira
Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias- Rio de Janeiro
pofjanioopinasobreapolitica.blogspot.com





Lula deixa de receber visitas em hospital em São Paulo
Ex-presidente está internado desde domingo por conta de uma pneumonia.
Segundo sua assessoria, o objetivo do veto é fazê-lo descansar.
Do G1 SP, com informações da Agência Estado


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvadeixou de receber visitas no Hospital Sírio-Libanês, onde está internado desde domingo (4) por conta de uma pneumonia. A decisão tem o aval da ex-primeira dama Marisa Letícia, que desde o início do tratamento de Lula contra um câncer na laringe tem controlado as visitas ao ex-presidente como uma forma de obrigá-lo a poupar a voz.
Segundo a assessoria do ex-presidente, o objetivo do veto é fazê-lo descansar. Ainda de acordo com a assessoria, o presidente apresentou melhora na voz e está bem. Na manhã desta segunda, o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) esteve no Hospital Sírio-Libanês, mas foi impedido de visitar Lula. O petista foi recebido por Marisa Letícia, que comunicou que o ex-presidente tem um quadro de saúde estável e não apresenta mais febre.

• Lula está com pneumonia, diz médico

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está com pneumonia, de acordo com o infectologista David Uip, integrante da equipe médica que faz o tratamento de Lula no Hospital Sírio-Libanês. O ex-presidente foi internado por volta das 12h deste domingo (4) no hospital, em São Paulo.
"É uma pneumonia e estamos atrás do que causou, pode ter sido uma bactéria", disse o médico. Ele disse que a doença está no estágio inicial e que também foi diagnosticada uma pequena alteração no pulmão do ex-presidente. "Fizemos uma série de exames e na tomografia surgiu essa alteração", afirmou Uip.
A situação é habitual e o quadro de saúde de Lula não é preocupante, disse o médico. Ele ressaltou, no entanto, que o tratamento contra o câncer de laringe a que o ex-presidente foi submetido entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano pode deixar sua saúde frágil. "Num paciente da idade do Lula, que acabou de passar por um tratamento [de câncer] agressivo, qualquer coisa é grave, uma gripe pode ser grave", disse.
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O infectologista disse também que exames foram realizados neste domingo para saber se a área do tumor na laringe de Lula havia sido afetada de alguma forma. "Não houve alteração", ponderou.
Outro médico da equipe de Lula, Paulo Hoff, disse ao G1 que a previsão é que o ex-presidente fique internado pelo menos até o próximo final de semana. "Ele está na fase de recuperação [do câncer]. É normal perder peso e a imunidade é afetada."
Dificuldade em engolir
Lula apresenta perda de peso e dificuldade em engolir, segundo sua assessoria. Ele teve febre nos últimos dias e, por isso, os médicos do Sírio-Libanês optaram pela internação.
O remédio que vai ser ministrado a Lula para tratar a infecção é por via oral. No entanto, estando no hospital, o ex-presidente pode receber o antibiótico por via intravenosa, o que não exige deglutição e tem efeito mais rápido, de acordo com sua assessoria.
A entrada de Lula no hospital foi tranquila e ele está sob constante monitoramento, ainda segundo seu assessor. A ex-primeira-dama, dona Marisa Letícia, foi ao hospital mais cedo e deve voltar para acompanhar o ex-presidente durante a noite.
Lula, que luta contra um câncer de laringe diagnosticado em outubro, teve alta do tratamento no próprio Sírio-Libanês no dia 17 de fevereiro. Durante a quimioterapa, exames mostraram que o tumor na laringe do ex-presidente havia sido reduzido em 75%. Leia a íntegra do boletim do hospital abaixo:
"BOLETIM MÉDICO
04/03/2012
16h30
O ex-presidente da República, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, foi internado hoje, 04/03, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em função de ter apresentado febre baixa.
Após avaliação, foi constatada presença de infecção pulmonar de leve intensidade, iniciando-se administração endovenosa de antibióticos.
O paciente deverá permanecer em tratamento no hospital nos próximos dias.
A equipe médica que assiste o Sr. Lula é coordenada pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz e David Uip.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira
Diretor Técnico Hospitalar
Dr. Paulo Cesar Ayroza Galvão
Diretor Clínico"





• Lula é internado no Sírio-Libanês com infecção pulmonar
Estava previsto para o ex-presidente realizar nesta segunda exames complementares para diagnosticar o agente infeccioso causador da pneumonia. A equipe médica ainda tem dúvidas se a doença foi causada por uma bactéria, vírus ou fungo. Com o resultado, será possível um diagnóstico preciso e aplicar o tratamento adequado. A previsão inicial é que o ex-presidente fique internado no hospital, pelo menos, até quarta-feira.
Na manhã desta segunda, segundo interlocutores, o ex-presidente estava bastante animado, comentou sobre as notícias dos jornais e fez brincadeiras a respeito do jogo entre Corinthians e Santos, no qual o seu time perdeu por 1 a zero. Lula receberia nesta segunda também uma visita do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Em decorrência da internação, Campos decidiu deixar o encontro para uma próxima oportunidade. Ele afirmou que não pretende conversar com Lula sobre questões políticas num momento em que ele se recupera de uma pneumonia. "Não é hora de falar em eleições."
Dificuldade em engolir
Lula apresenta perda de peso e dificuldade em engolir, segundo sua assessoria. Ele teve febre nos últimos dias e, por isso, os médicos do Sírio-Libanês optaram pela internação.
O remédio ministrado a Lula para tratar a infecção é por via oral. No entanto, estando no hospital, o ex-presidente pode receber o antibiótico por via intravenosa, o que não exige deglutição e tem efeito mais rápido, ainda de acordo com sua assessoria. A entrada de Lula no hospital foi tranquila e ele está sob constante monitoramento.
Lula, que luta contra um câncer de laringe diagnosticado em outubro, teve alta do tratamento no próprio Sírio-Libanês em 17 de fevereiro. Durante a quimioterapa, exames mostraram que o tumor na laringe do ex-presidente havia sido reduzido em 75%.


Pelo visto sem poder falar e em estado clínico debilitado ao que tudo indica este panorama marca o início de um declínio físico e político de ex Presidente Lula.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Hugo Chávez pensa que tem o poder sobre a sua vida, no entanto...


Veja nesta foto o tanto quanto o Hugo chaves se mostra debilitado!

Por: Jânio Santos de Oliveira
Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias- Rio de Janeiro
pofjanioopinasobreapolitica.blogspot.com





Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!


O Presidente da Venezuela Hugo Chávez pensa que tem o poder de prevê o futuro sobre o seu grave estado de Saúde.

Veja o que ele diz:

I. Chávez se despede de seus seguidores e diz "vou e volto"



O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se despediu nesta quinta-feira de seus seguidores, um dia antes de viajar a Cuba, em um ato no qual assegurou que se prepara "para enfrentar o pior dos cenários" após ser detectada uma nova "lesão" da qual será operado na semana que vem na ilha.




"Não é o momento de despedidas; vou e volto", manifestou o líder em um ato noturno divulgado em cadeia nacional por rádio e televisão.




Desta vez, segundo ele, seus seguidores não devem responder a todos os rumores, mas precisam ficar atentos para, "quando for necessário, pulverizar uma dessas matrizes ou tentativas", às quais associou a um empenho opositor para minar suas possibilidades de conquistar uma nova reeleição em 7 de outubro. UOL Notícias





Ao invés de aceitar o convite da Presidenta Dilma para que ele podesse vir ao Brasil para se tratar, ele prefere a Cuba. Veja:





II. Chávez viaja a Cuba para retirar tumor







Presidente admitiu doença pouco antes de viagem para cirurgia.
'Eu vou lutar pela minha vida', disse o líder de 57 anos.
Da Reuters e France Presse







O presidente venezuelano, Hugo Chávez, fez uma despedida emocionada a admiradores ansiosos nesta sexta-feira (24) antes de ir para Cuba para uma nova cirurgia contra o câncer, prometendo voltar para a vitória na eleição de outubro.




Depois de um discurso animado no palácio presidencial de Mira flores, o líder socialista andou por Caracas a caminho do aeroporto num veículo aberto, erguendo o punho para uma multidão entusiasmada.





Sublinhando a gravidade do momento, alguns "chavistas", como os seus seguidores são conhecidos, choraram ou ergueram as mãos em oração.




"Eu vou lutar pela minha vida", disse o presidente de 57 anos, ao lado da emocionada filha Rosines. "Vida longa à Revolução Socialista! Vida longa à Venezuela! Vida longa a Chávez!"
O anúncio de que ele precisa de uma operação para retirar uma provável lesão maligna de câncer desmentiu as afirmações anteriores de que Chávez estaria plenamente recuperado e trouxe incerteza à eleição presidencial de 7 de outubro.





Chávez disse que talvez precisará fazer um tratamento com radioterapia depois da operação marcada para o começo da semana que vem em Havana, onde ele já fez uma primeira cirurgia para a retirada de um tumor na pélvis no ano passado, sugerindo a perspectiva de outra convalescença demorada.





Apesar disso, ele fez uma série de aparições públicas.

"Sonhei há um tempo que Cristo vinha e dizia 'Chávez, levante, não é hora de morrer, é hora de viver'", disse ele, lembrando a história bíblica de Jesus ressuscitando Lázaro dentre os mortos. "Com câncer ou sem câncer, com chuva, trovão ou raio, nada e ninguém pode evitar a grande vitória em 7 de outubro... voltaremos em breve à batalha!"






'Sem tristeza'




Na noite de quinta-feira, contando anedotas sobre sua infância e cantando canções folclóricas venezuelanas acompanhado por instrumentos tradicionais, Chávez buscou animar os simpatizantes em uma longa cerimônia realizada em um teatro de Caracas transmitida ao vivo, por ordem do governo, por todos os canais de TV venezuelanos.







Nesta sexta-feira, também ao vivo na TV, ele se encontrou com o seu gabinete para dar instruções finais para o governo e assinou uma série de acordos com investidores chineses, antes da partida. Apesar da demonstração de bom ânimo de Chávez, alguns simpatizantes e aliados pareciam sérios e profundamente comovidos.







Por todo o país, simpatizantes preocupados com a saúde de Chávez organizaram serviços religiosos e lhe enviaram mensagens. Um grupo esculpiu a forma de um coração nas dunas de areia da costa que são um popular destino turístico no oeste da Venezuela.






"Se o câncer estiver de volta, eu o declaro 'esquálido' e ele será tratado impiedosamente e será derrotado", disse Chávez, usando um termo cunhado há alguns anos para ridicularizar a oposição na Venezuela.






A televisão estatal desenterrou imagens antigas de um jovem Chávez falando à multidão, beijando crianças e fazendo esportes.






"Somos a maioria; não há espaço para tristeza", disse o líder socialista a simpatizantes que aplaudiam e comemoravam cada palavra na cerimônia da noite de quinta-feira. "Isso nunca esteve nos planos para 2012, mas esses são os caminhos de Deus e estou pronto para enfrentar qualquer dificuldade."







O líder da oposição, Henrique Capriles, governador do Estado de Miranda, de 39 anos, que tem como inspiração o modelo do governo brasileiro, deverá enfrentar o presidente na eleição de 7 de outubro.


No entanto, Veja o que vazou na imprensa espanhola:

III. Chávez teria entre 1 e 2 anos de vida, diz documento vazado pelo WikiLeaks









Informação foi publicada por jornais espanhóis nesta terça-feira (28).
Avaliação estaria em e-mail vazado da Stratfor Global Intelligence.
Da EFE









Médicos russos e cubanos que atenderam o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em junho do ano passado, avaliaram que ele tem entre um e dois anos de vida, segundo documentos vazados pelo WikiLeaks e publicados pelos jornais espanhóis "Público" e "El País".






O WikiLeaks afirma ter tido acesso a milhões de supostos e-mails da Stratfor Global Intelligence, uma empresa privada de segurança e inteligência.






Chávez voltou a Cuba na sexta passada para tratar de uma nova "lesão" na zona onde tirou um tumor em junho passado.




Segundo email vazado pelo WikiLeaks, médicos dizem que ele tem no máximo dois anos de vida.









Em correspondência eletrônica com data de 5 de dezembro e enviada a George Friedman, fundador da empresa, o funcionário Reva Bhalla fala de "uma fonte muito bem relacionada que trabalha com Israel" e que revela informações sobre a equipe médica russa a respeito do tratamento de Chávez.
Segundo o texto, os médicos russos davam menos de um ano de vida ao venezuelano. Os cubanos, dois.





Porque ele não quis vir ao Brasil? Por certo que as suas exigências de:

A. Não divulgar boletim médico;

B. Ter dois andares do hospital interditado;

C. E o exercito para guardá-lo;


Fizeram com que o Itamarati desistisse dessa idéia de ajuda.


Até hoje não se sabe aonde reside a sua enfermidade. Ele faz vários mistérios sobre o seu estado de saúde.


Mesmo assim a exemplo de Fidel Castro e Armadinejah ele se diz ser democrata.


Deus é justo e quando percebe que determinados ditadores estabelecem um projeto visando se perpetuar no poder então Ele puxa-lhe o tapete para que eles saibam que o poder emana de Deus e só se mantém nele quem O senhor permite.





Que este recado seja um alerta às autoridades brasileiras que fazem projetos de se perpetuar no poder. Isso só ocorrerá se Deus permitir, Amém!